sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ALVO

Tantas questões, tropeços, esbarrões.
E essa nossa não possibilidade de comunicação, esse segredo preso, cheio de vontade de gritar...coisa impossivel pela escrita ou pela internet.
Não sei e não dá mesmo...não adianta escrever em letras garrafais...o grito não sai.
A solidão é como uma cerca eletrificada que pode causar morte.

Se há encontros, talvez seja por pura sorte.
De certo o fato de que eu não vim para explicar,afinal... nem sei se eu mesmo entendo.

Bem, de verdade, eu só emendo um monte de vontades e algumas verdades e escrevo.
Eu queria ouvir um sim, um som de fuga ou o som de uma chegada... mas já entendi que há de haver silêncio, talvez eu não queira barulho algum....só o silêncio e a calma.

Não quero soluços, quero impulsos de muitos beijos.
Mas repito, não sei afinal...nem sei explicar isso .


E creio que não sei ler olhares.
Talvez não saiba decifrar sinais .... e ando em minha estrada e sei que nela só eu posso caminhar.

Creio que sou a consequências de meus atos.
Talvez uma carência por carinho verdadeiro.
Ja fiz muita coisa ...errada ou não, foi sempre com intenção de acerto.

No peito eu levo um alvo à felicidade.

Espero a flecha que o acerte...de forma incontestável.

Perto ou distante não é o ponto. Quem ...é mais importante do que onde.
Estar só nunca foi piada mas, sim uma cilada...nunca foi a não ser um nada.
Mas deixa estar.

A gente vai se esbarrar, se olhar e no momento seguinte entender se há ou não o pedaço que lhe falta ...e coloque uma palavra definitiva no fim dessa frase.